Logo Netflix e Bebê no útero

Netflix e outras produtoras ameaçam Estado que assinou Lei pró-vida

O governador da Geórgia, Brian Kemp, assinou uma lei, no dia 07/05, que proíbe o aborto de fetos que já possuem batimentos cardíacos.

Devido a esse lei, a Netflix como resposta, ameaçou tirar os investimentos do Estado da Georgia, consequência: filmes e séries não seriam produzidos no Estado.

Por que a Geórgia?

Logo Netflix
O boicote tiraria milhares de empregos e 30% da renda do Estado.

 

Por que o Estado é tão importante? Ele é conhecido como a “Hollywood do Sul”, pois seus baixos tributos para produções cinemátograficas atraem diversos estúdios. No Estado já foram gravados filmes como “Pantera Negra” e algumas cenas da saga Vingadores e a série “Stranger Things”.

O atual governador é do partido republicano (conservador) contrário às pautas democratas. O Estado já recuou diversas vezes ao tentar aprovar leis de proteção à liberdade religiosa ou contra a ideologia de gênero. Os estúdios ameaçavam retirar suas produções de lá, o que ameaçaria o emprego de 92 mil pessoas.Lei mais: Porque o aborto é uma invenção de Satanás

O chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, afirmou a revista Variety:

“Temos muitas mulheres trabalhando em produções na Geórgia, cujos direitos, juntamente com milhões de outros, serão duramente restringidos por esta lei”.

Bebê no útero materno
Bebê no útero materno.

E continua:

“Se isso entrar em vigor, repensaremos todo o nosso investimento na Geórgia”.

Os conservadores da Georgia, em resposta a Netflix, ameaçaram cancelar as suas assinaturas e ir para a e sites de streaming concorrentes:

“Não afaste seus clientes pró-vida. Temos muitas opções de streaming nos dias de hoje.”

A Universal, Disney, Warner também se juntaram à Netflix neste boicote e defendem uma agenda pró-aborto.

Neste contexto perguntamos: quanto vale uma vida? Será que ela tem preço?

Com informações de: El País e Senso Incomum

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