Enfermeira realiza um ultrassom

Enfermeira abortista se converte ao ouvir a voz de Deus

Conheça a enfermeira que trabalhava numa clínica de aborto e recebeu a graça da conversão de modo maravilhoso.

Ódio à Igreja e à vida

Maria Martinez Gomes trabalhava numa clínica de aborto na Espanha e apesar de ter sido batizada na Igreja Católica era completamente anticlerical e contra tudo aquilo que a Igreja defende.

Quando conta seu testemunho ela faz questão de mostrar suas mãos dizendo que “elas estão manchadas com sangue inocente“.

Ele só teve coragem de contar sua história porque se sente chamada devo falar que a misericórdia é a última tábua de salvação para o mais pecador.

Em seu depoimento ela faz questão de ressaltar que na misericórdia de Deus todos são bem-vindos e que foi através dela que conheceu um Amor incondicional.

Seu trabalho na clínica era acompanhar as mulheres após o aborto para que não houvesse nenhum problema. De maneira mais clara; seu papel era isolar a mulher e ter certeza de que a mulher não tivesse nenhum arrependimento.

O coração endurecido

O que os abortistas omitem, revela, é que o aborto é uma experiência chocante e muitas mulheres acham que ele não aconteceu. Muitas vezes vem o arrependimento. Neste momento ela tranquilizava a mulher até ela estar pronta para ir para a casa.

Meu coração estava endurecido e minha consciência com sono. Eu pensava que fazia a coisa certa e que a mulher que abortava tinha o direito de ter uma vida tranquila, sem problemas“.

Ela confessa que fez tudo isso para pagar suas contas e ter o conforto que o dinheiro pode dar. Outra tarefa era esvaziar o balde onde eram depositados os restos dos fetos abortados – “Eu dizia para mim mesma que eram coágulos sanguíneos“.

Ela resolveu então estudar fisioterapia em Barcelona. Formada, seus clientes eram pessoas famosas e muito ricas como atletas, futebolistas, promotores.

Eu usava joias, bolsas de mil euros, noites regadas a champanhe de 150 euros…Nada me importava, somente minha carreira e eu acreditava que tinha tudo“.

Junto com o esposo viajavam o mundo e praticava esportes radicais. Era um casal invejado e visto como o par perfeito.

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Depressão e mudança radical

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Maria Martinez Gomez.

Tudo mudou com o divórcio depois de 28 anos de casados. Seu desespero foi tal que tentou o suicídio. Porém, seu encontro com Deus estava sendo preparado de outra forma.

Alguns meses depois, profissionais de saúde foram chamados para uma ajuda humanitária no Nepal; o país havia sofrido um terremoto de 7,3 graus e o atendimento das vítimas exigia pessoas preparadas.

Tínhamos que estar na cidade de Katmandú por alguns dias. Lá atuavam algumas monjas de Madre Teresa de Calcutá e no meu interior dizia: ‘Não vou me aproximar delas, as odeio“.

Ela tinha repugnância pelo trabalho que desenvolviam junto aos moribundos no crematório da cidade.

Num dia porém, no meio da rua, algumas irmãs da Caridade a abordaram e uma delas segurando em seu braço disse: “Tens que ir até aquele endereço“. A princípio ela se negou a acompanhá-las, todavia naquela noite ela não dormiu e no dia seguinte pediu um guia para lhe mostrar onde era o tal lugar. Era a casa das irmãs.

Nove sáris

Tentou uma vez e não deu certo no dia seguinte voltou; era a hora da Eucaristia: “elas estavam de joelhos, eram nove sáris, um sacerdote e eu“.

Quando entrou na capela sua experiência começou: “Senti uma emoção no coração e uma voz ‘Bem-vinda à casa. Maria pensou que a altitude havia afetado seu cérebro e não acreditou de início naquela voz que ouvia.

A voz voltou a dizer Bem-vinda à casa. Quanto tempo demoraste para me amar! Ele conta que a voz vinha do crucifixo.

O Bom Pastor, em Sua infinita misericórdia, decidiu chamar a ovelha perdida, a mais miserável que era eu. Caí de joelhos ao chão, e fui com o rosto ao chão e só conseguia chorar, chorar e chorar“.

Seu choro era de dor e alegria ao mesmo tempo, pois ela estava experimentando a misericórdia de Deus. Ela conta que viu vários momentos de sua vida e as decisões que ela tomou. Me senti perdoada, amada, abençoada e ressuscitada”.

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Não importa o passado

Enquanto ela chorava Deus continuava falando: Não importa o passou até agora. Isso é a misericórdia: só importa o que acontecerá de agora em diante“.

Quando ela se levantou era uma outra pessoa e não parecia que já haviam se passado 3 horas! Olhando para os lados viu que as irmãs estavam lá orando por ela e conscientes do que estava acontecendo.

As irmãs estavam procurando um fisioterapeuta havia um tempo e quando a encontraram elas pensavam que seu nome era Maria. Elas depois entenderam a demora: Deus a enviou para lá ao mesmo tempo que a convertia.

Maria permaneceu lá por 4 meses e ajudou na recuperação de algumas religiosas que estavam sem os movimentos das mãos e outra com fortes dores na coluna.

Voltando para a Espanha ela se aproximou das irmãs clarissas e dedicou-se a oração pelos seus e até conseguiu fazer com que seus pais retornassem à fé.

Hoje ela dá palestras sobre a misericórdia de Deus e tem plena consciência de que sua batalha é árdua. “Vão querer tirar o que você recebeu” – advertiu as irmãs no Nepal.

Segundo Fonte de Aleteia/Espanha

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