Jovens que disseram “SIM” – Entrada na Formação Missionária

Risos, alegria e lágrimas marcaram a entrada dos novos jovens na formação missionária da Aliança de Misericórdia, no último domingo (9). Nesse dia também se comemorou o aniversário do Padre João Henrique, um dos fundadores da Aliança.

Foram 19 jovens e adultos que se dispuseram a renunciar a vida no mundo para viverem o chamado de Jesus para deixar tudo e O seguir. São pessoas vindas de vários estados brasileiros, como Amazonas, Ceará, São Paulo e Minas Gerais. Se acrescentam a essa turma outras 9 pessoas que já estavam no caminho formativo e que recebem o nome de Fraternidade Nivaldo, em homenagem ao primeiro missionário da Aliança de Misericórdia, morto em 2001, o que forma um total de 28 pessoas que farão o caminho formativo do discipulado no ano de 2020 na Aliança de Misericórdia.

Formação Missionária – Discipulado

O discipulado é o primeiro ano de formação para as pessoas que desejam serem missionários na comunidade de vida. É um tempo de transformação interior, de descoberta da identidade: de quem ela é diante de Deus. Também é um ano de discernimento, ou seja, se ao final do ano a pessoa discernir que não tem chamado para a comunidade de vida pode voltar para sua casa restaurada, segundo o diácono Danilo Rasera, que é um dos missionários responsáveis por esse período formativo.

“O discipulado tem como proposta “trabalhar a dimensão da identidade, fazer a pessoa ter um encontro com ela própria, conhecer suas virtudes e também trabalhar um caminho da purificação, da honestidade, de abertura, transparência, sempre trabalhando os valores evangélicos. Também é um ano onde ajudamos as pessoas a terem uma vida de oração mais intensa e de um aprofundamento com a Palavra de Deus”, relata o diácono Danilo Rasera.

Saiba mais sobre a dimensão da identidade, sob a ótica da Geração Acordi 

Cinco pilares são trabalhados durante esse período de um ano: dimensão espiritual, humana afetiva, intelectual, evangelização com os jovens e os pobres (que são os dois eixos da evangelização na Aliança de Misericórdia) e a dimensão prática (trabalhos, mutirão, zelo pela economia e pela providência e o trabalho manual).

Palavra do Fundador

Durante a missa o Padre João Henrique, que completou 65 anos, enfatizou a beleza do chamado de Deus a esses jovens, baseando-se no Evangelho do dia que falava sobre ser sal da terra e luz das nações.

“Todos precisam de Misericórdia e Deus quer transformar cada um de nós em filhos da luz”, repetia o sacerdote, relembrando de quando chegou ao Brasil, em Belo Horizonte, na década de 90. Na ocasião, encontrou uma criança de 5 anos, chamada Márcio, que lhe perguntou se ele era padre e se podia o abençoar. O Padre perguntou por que ele queria a benção e o menino disse: “Eu sou uma criança má, mas quero ser bom”. Depois, pediu a benção para sua mãe que bebia e o batia. Essa criança foi transformada pela força do amor e se tornou um homem de bem.

Segundo o Padre, nenhum erro da vida pode impedir de sermos aquilo que o Senhor nos criou para sermos: filhos da luz. “Esses jovens que querem dar a vida é um milagre, não é verdade que não existe vocações, elas existem, mas precisa de pessoas que tenham a coragem de dizer ‘sim’”, afirmou Padre João Henrique e encerrou convidando a todos a tomarem posse da graça de Deus e se tornarem Luz.

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