A experiência de Simba sob o olhar da Geração Acordi

“Olhe pra dentro de você, você é muito mais que pensa que é. Lembre-se de quem você é. Você é meu filho!”.

Quem já assistiu o filme “O Rei Leão” provavelmente se lembra dessa frase. Poderíamos fazer aqui várias reflexões dessa obra clássica, mas vamos nos atentar precisamente sobre essas palavras. Há uma ligação bem interessante entre elas e a essência da Geração Acordi: a IDENTIDADE!

Simba viveu anos da sua vida negando sua própria identidade, fugindo daquilo que ele nasceu pra ser. Porém, chegado um momento, ele precisou assumir o seu lugar no “ciclo da vida”, e para isso, precisou olhar pra si, se reconhecer como filho de Mufasa. Retomar o caminho.

E aqui paramos para um questionamento: nesse momento, você tem vivido como o Simba que se escondeu de si mesmo ou como o Simba que assumiu sua identidade? “Lembre-se de quem você é!”.

“Você é meu filho”

Simba olha o próprio reflexo no lago.

Nesses anos onde Deus tem inspirado a experiência da Geração Acordi, podemos dizer que ela é “expressão de um novo modo de ser e de viver à luz da experiência do amor do Pai”. É precisamente dessa experiência filial que brota o acordar para uma vida nova.

Na ficção, Simba se lembra que é filho do rei.

Na vida real, a Palavra de Deus nos ajuda a lembrar: “Considerai com que amor nos amou o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus. E nós o somos de fato” (1Jo 3,1).

Então, nós somos filhos do Rei!

Você disse amém???

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E por que é tão importante carregar essa certeza em nossa vida?

Porque “Ser Filho” é algo que o mundo tem tentado tirar de nós, já que o mesmo prega que somos independentes e não “marionetes” de “alguém superior”.

Como filhos, não somos marionetes, nem fantoches e nem nada disso. Somos filhos no Filho. Em Cristo e por Cristo podemos chamar Deus de Pai: Pai-nosso!

Ou seja, “o mundo vem com desafios, ‘desafinos’, mas eu sei que eu sou de Alguém”.

“Ele cantou e eu nasci”

Cada pessoa é única, insubstituível, um “acorde” que faz toda a diferença na execução da canção tocada por Deus neste mundo.

É ruim demais ouvir um violão desafinado, não é? Chega a doer! A mesma coisa acontece quando não nos reconhecemos como filhos de Deus e assim destoamos do todo.

Sendo assim, não somos qualquer coisa, não! Somos herdeiros de Deus e coerdeiros de Cristo, como nos fala São Paulo no capítulo 8 da Carta aos Romanos.

“Aba! Pai!”

Ser filho de Deus traz consigo grandes responsabilidades. É uma dádiva daquelas que para ser bem vivida requer escolhas, renúncias, amor…

Todos somos filhos! Alguns desobedientes, outros ranzinzas, outros briguentos, outros calmos, outros exemplares… mas somos filhos!

Com o Filho por excelência, precisamos aprender a nos colocarmos na dependência do Pai que sabe o melhor; a obedecer mesmo quando vem o desespero; a agradecer em todas as circunstâncias e por aí vai.

Dica de leitura

Pra nos ajudar nessa reflexão, fica aqui outra dica de ficção. As literaturas: “Teshuvá – o retorno de Lisa” e “Teshuvá – de volta pra casa”, ambos de autoria de Josefa Alves, consagrada da Comunidade Católica Shalom.

Os livros são romances regados por muita aventura e descobertas. Lisa, a personagem principal, aprende através dos dilemas da vida que é sempre preciso passar pelo processo do “Teshuvá”, o retorno às origens.

Essas obras de ficção nos ajudam a entender que é sempre tempo de voltarmos ao Pai das Misericórdias, nos reconhecendo como filhos amados (as vezes pródigo, é verdade), dependentes de Seu amor e cheios de esperança no novo que há de vir!

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Eu Sou Geração Acordi

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