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O Direito de Viver – A Verdadeira história da Legalização do Aborto nos EUA

“O Direito de Viver” é um filme baseado em fatos e que todas as pessoas que se interessam pelo tema Pró Vida deveriam assistir.

O filme foi lançado no Brasil no dia 7 de outubro em diversos cinemas do país e aborda o famoso caso Roe vs Wade, que foi responsável pela descriminalização do aborto em todo os EUA.

Durante o filme, acompanhamos os 2 lados da disputa, conhecemos o médico Dr. Bernard Nathanson que ficou conhecido como o “REI DO ABORTO” e “O RASPADOR”, ganhando notoriedade como um dos primeiros médicos a realizar abortos de forma legal nos Estados Unidos, tendo realizado mais de 70 mil abortos ao longo de sua carreira.

O Dr. Nathanson juntamente com a líder do movimento feminista Betty Friedan e a Planned Parenthood, travam uma batalha judicial inicialmente com o Condado de Dallas até chegar à Suprema Corte dos Estados Unidos para a aprovação do aborto em qualquer período gestacional.

cena do filme o Direito de Viver: Suprema Corte dos Estados Unidos
cena do filme o Direito de Viver: Suprema Corte dos Estados Unidos

Para isso, é necessária uma gestante que aceite entrar na justiça pelo direito de abortar. Depois de procurar em todo o país, encontram a pessoa perfeita: Norma McCorvey, uma jovem pobre, sem estudos, com problemas com alcoolismo, entre outras coisas e que gostaria de fazer um aborto.

Para que ela não fosse identificada, chamam-na de Jane Roe e entram com um processo contra Henry Wade, promotor público do condado de Dallas, daí o nome ROE vs WADE.

Do outro lado da disputa encontramos a Dra. Mildred Jefferson, a primeira mulher afro-americana a se formar na Harvard Medical School, a Igreja Católica e um grupo de defensores da vida que se unem e formam o Movimento Pró Vida dos Estados Unidos para defender o direito dos nascituros.

O filme retrata de forma clara que, muito além de saúde pública, de liberdade ou direito das mulheres, a legalização do aborto nos Estados Unidos foi um movimento político, financiado por grandes empresas e organizações como a Rockfeller, com apoio midiático e uma estratégia muito bem delimitada de fake news, manipulação, lobby e muito dinheiro.

A Diretora do filme Cathy Allyn afirmou: “A verdadeira história por trás de O DIREITO DE VIVER é aquela que a maioria dos americanos não aprende na escola. Todos nós pensamos que é apenas o caso que legalizou o aborto. Isso não poderia estar mais longe da verdade.

Ter a história contada da perspectiva de homens e mulheres foi vital para sua autenticidade e colaborar dessa forma permitiu que as vozes masculinas e femininas sobre o assunto fossem igualmente ouvidas.

Ao pesquisar este filme, Nick e eu ficamos pasmos com as conspirações, o dinheiro, a manipulação da mídia e o poder que estavam realmente por trás dessa decisão monumental. Não diferente de hoje, uma história foi pintada na mídia para influenciar o povo americano. Artigos foram plantados no New York Times com pesquisas falsas, enredos foram comprados e pagos em programas de TV e filmes de sucesso, e fatos e estatísticas foram simplesmente inventados.

O objetivo de fazer este filme é educar as pessoas. Incluímos muitos fatos polêmicos que esperamos encorajar nosso público a fazer suas próprias pesquisas. Se todos os americanos descobrissem a verdade por trás de O DIREITO DE VIVER, eles poderiam realmente tomar uma decisão mais informada sobre uma questão tão delicada”.

O filme é muito necessário nos dias de hoje, onde a ideologia por trás da legalização do aborto já se proliferou na sociedade e abre um bom espaço para um debate sério e verdadeiro sobre o assunto.

Ao longo do filme, vamos percebendo como a opinião popular pode ser manipulada pela mídia em questões tão sérias como a necessidade de pertencer a um grupo pode fazer com que as pessoas mudem de ideia em pontos tão críticos.

Mostra também a força daqueles que sem mantém firmes na luta pela verdade e como a Igreja Católica foi uma das únicas instituições a não se dobrar ao lobby abortista.

Estima-se que a Planned Parenthood ganhou cerca de US$ 1,5 bilhões em repasses para financiar o aborto nos Estados Unidos de 2013 a 2015.

A Planned Parenthood é uma organização sem fins lucrativos de “planejamento familiar”, uma das maiores do mundo. No filme conhecemos um pouco mais sobre a sua história, pois ela é uma das instituições mais atuantes no caso ROE vs WADE.

“Tudo começa com Margaret Sanger, fundadora da Planned Parenthood, que lançou uma iniciativa chamada “The Negro Project”. Ela faz um discurso em um comício Ku Klux Klan, descrevendo suas intenções de reduzir o crescimento da população afro-americana por meio da legalização do aborto” (Trecho Retirado da Sinopse do O DIREITO DE VIVER).

No final do filme descobrimos que tanto Jane Roe como o Dr. Nathanson se arrependem do que fizeram e passam a integrar o movimento Pró Vida nos Estados Unidos.

“O Direito de Viver” é um filme muito bom, que nos emociona do começo ao fim e traz um tema muito importante à tona. Convidamos todos a assistirem!

Em São Paulo/SP, o filme está em cartaz no cinema Itaú Frei Caneca (no Shopping de mesmo nome).

 

 

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