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Nova pintura da Imaculada do Espírito Santo estampa capa de livro

Já contamos aqui o início da devoção à Imaculada do Espírito Santo, e a história da primeira pintura dessa imagem.

“(…) No êxtase daquele momento sentíamos fortemente a presença de Maria, nossa Mãe e, na oração, o Senhor nos pedia para desenharmos um retrato dela, como Imaculada do Espírito Santo, Mãe de nossa família Aliança de Misericórdia. Na obediência simples de criança e do Pai, padre Antonello e Maria Paola, pelo dom carismático do Espírito, guiavam a mão do padre João Henrique, que por sua vez desenhava, com um simples lápis sobre a folha branca de papel, tudo o que o Senhor colocava nos nossos corações”.

Depois de tantos anos, a pedido de alguns irmãos ao padre João Henrique, de tornar conhecido esse título e essa presença da Virgem que vem para anunciar um Novo Pentecostes de Misericórdia sobre a humanidade, o sacerdote lançou recentemente o livro Imaculada do Espírito Santo: alvorada de um novo tempo, remédio para os nossos dias”.

E nesse lançamento há também uma importante observação: a imagem na capa. Ela foi pintada recentemente por um padre amigo da Aliança, que após o contato com o Movimento, tendo visto um desenho da Imaculada e conhecido a história, sentiu-se impelido a doar seu dom artístico no trabalho de uma nova pintura.

livro a imaculada do espirito santo

Nesse processo, viveu inúmeras experiências, entre elas, de humildade diante do seu dom e também de fé, sentindo a presença da Virgem que o acompanha. O padre Edson Ikeda, da Congregação dos Oblatos de São José, responsável pela pintura que agora estampa a capa do livro, nos contou seu testemunho a respeito disso e da inspiração que sentiu.

Um instrumento artístico nas mãos de Deus

 

Primeira imagem da Imaculada pintada pelo padre Edson

“Meu primeiro contato com a Aliança da Misericórdia se deu em 2015, quando, ainda formando fui transferido para São Paulo para continuar os estudos de Teologia. Após minha ordenação presbiteral, permaneci em São Paulo. (…) Passado algum tempo, fui convidado para oferecer o sacramento da reconciliação para os formandos da Aliança, no [Sítio] Botuquara. Foi um reencontro com a Aliança de Misericórdia, um reencontrar de pessoas queridas, da época de estudante de Teologia.

Sempre era uma graça imensa estar em um lugar tão especial. E foi em um desses momentos que, estando em uma das casas, vi a imagem da Imaculada do Espírito Santo, e dela soube algumas informações sobre a inspiração que havia sido dada pelo fundador, o Pe. João Henrique.

E, toda vez que a via, sentia no coração o desejo de pintá-la. Ganhei, uma pequena gravura da Imagem, e decidir pintá-la. Mas, meu coração, não achava certo pintar a imagem da Imaculada sem a devida autorização do Pe. João Henrique.

Buscando contato com o autor da inspiração, recebi a autorização e o incentivo do mesmo. Iniciei com a pintura da imagem pequena, tentando captar as inspirações do Pe. João Henrique. Eu ia pintando e enviando fotografias para ele. Assim, recebia dele orientações sobre as cores, sobre a aurora, sobre o arco-íris.

E, em meio as inspirações e orações, a imagem ia sendo formada. Foram três as imagens pintadas, uma tela pequena de corpo inteiro, uma tela apenas com o busto (enfocando o rosto, o coração e o arco íris), e por fim, uma tela maior, de mais ou menos 1,2m x 1,80 m.

Foi uma experiência ímpar, uma mistura de sentimentos, um sentir-se indigno de pintá-la. Outras vezes, um ímpeto de querer ver a imagem pronta, um sentir-se pintor medíocre, diante de tantos outros pintores mais capazes, mais dignos, melhores.

Segunda imagem da Imaculada pintada por Pe. Edson

Mas, algo me impulsionava a continuar a pintar.  Em um dia, retornando para São Paulo, após uma viagem até a cidade de Ourinhos, eis que diante da rodovia Castelo Branco, um arco-íris completo se formou no céu, permanecendo por muito tempo, inteiro, e uma alegria imensa tomou conta de meu coração, uma alegria que não sabia de onde vinha.

E, na mesma viagem, não bastasse ter presenciado tal espetáculo, em mais um trecho, outro arco-íris se formou diante da minha vista, e desta vez, um arco-íris duplo, novamente inteiros e intensos. E a imagem que me veio instantaneamente, foi a da Imaculada.

A Imaculada que me acompanhava fisicamente, que me acompanhava espiritualmente. E o desejo de pintar e terminar a obra crescia, como numa urgência. Fui agraciado com uma visita ilustre do Pe. Henrique em minha casa, onde estava a pintar a terceira imagem. Momento de grande alegria.

O compromisso em terminar a obra afligira meu coração, no momento em que recebi a notícia de que iria deixar São Paulo, para ir em missão ao Maranhão. O meu coração pedia urgência em terminar a obra, que não me pertencia, mas que me tornara instrumento de executá-la.

E assim o fiz, em minha última visita ao Botuquara, antes da minha partida para missão, uma última pincelada, um último retoque, ali, na sede da Aliança de Misericórdia, no coração da Obra.

Imperfeito como sou, mas com a graça de Deus que supera nossas fraquezas, com o amor Daquela que me seduziu desde o primeiro momento que conheci sua imagem, do Espírito Santo que plantou em meu coração o desejo de pintá-la, confirmando que Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos.

Assim, entrego esta obra, esta singela pintura, despretensiosa, obra que não me pertence, mas que pertence a todo aquele que se deixa ser tocado pela Misericórdia Divina. Não há palavras humanas que possam expressar o sentimento de gratidão por todos que conheci na Aliança de Misericórdia e por permitirem fazer parte de vossas vidas, uma mísera parte, mas rica em misericórdia Divina”.

Pe. Edson, à esquerda, e Pe. João Henrique, em frente a terceira imagem da Imaculada pintada pelo padre Edson

Nosso agradecimento

A Aliança de Misericórdia louva a Deus pelo presente recebido pelas mãos do padre Edson, e agradece esse humilde padre, que com seu SIM se coloca à serviço do Reino de tantas formas.

Clique aqui para adquirir o livro Imaculada do Espírito Santo: alvorada de um novo tempo, remédio para os nossos dias, que traz na capa, a imagem pintada pelo padre Edson Ikeda.

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