Vocação, sempre um desafio fascinante

Na mesma semana em que a Igreja divulgou o Anuário Pontifício 2018, mostrando, entre outros dados, o número de vocações em toda Igreja, a Aliança de Misericórdia no Rio de Janeiro viveu o Encontro Vocacional Samuel, para ajudar os jovens a responderem a vocação.

Chamado a ser cristão

Esta última semana a Igreja Católica divulgou os números do catolicismo no mundo, através do Anuário Pontifício 2018. Os dados são de 2016 e mostram tudo, desde batizados a ordenações e casamentos.

Veja alguns apontamentos:

· Católicos batizados – 1 bilhão 299 milhões;

· Porcentagem em cada continente:
África – 17,6 %
América – 48,6%
Ásia – 11%
Europa – 22%
Oceania – 10,4%

Mesmo com números tão expressivos, a quantidade de pessoas que seguem a vida religiosa e sacerdotal caiu. O continente que registrou a maior queda foi o Sul Americano com destaque para Peru, Colômbia e Brasil.

Quem se aventura a responder sim?

Ainda assim, todo ano, jovens nos procuram com várias perguntas: qual a minha vocação, o que Deus quer para mim, o que será da minha vida? Perguntas como essas surgem somente depois de uma experiência de encontro pessoal com Deus.

Por isso, a Aliança de Misericórdia dá atenção especial ao jovem, promovendo encontros de primeiro anuncio, formação e acompanhamento espiritual.

Dentre estes está o Encontro Vocacional Samuel, onde as palestras e momentos se propõe a tirar as dúvidas sobre a vocação.

Ele acontece anualmente em diversas cidades e neste final de semana a Aliança de Misericórdia no Rio de Janeiro viveu o encontro com o tema “A quem iremos Senhor se só tu tens palavras de Vida eterna”.

O objetivo é conduzir a pessoa a um bom discernimento vocacional, trazendo temas relacionados a carisma, santidade, matrimônio, celibato e sacerdócio. Participaram 25 jovens que saíram desejosos de encontrar a vontade de Deus para elas.

Vocação e o amadurecimento humano

Mônica Santi, conta que depois vários encontros vocacionais este foi especial: “fui sem muitas esperanças e não querendo viver o encontro profundamente, pois já sabia de cada momento, mas, me esqueci que Deus faz sempre tudo novo.

No começo do encontro eu estava realmente muito fechada, mas ao decorrer do dia senti uma necessidade de me abrir ao que Deus queria falar comigo.

E quando eu me abri ao novo de Deus para mim nesse encontro percebi que Deus não queria apenas me mostrar os caminhos que me conduziriam a minha vocação, mas, também as curas que Ele quer realizar a cada instante.

Hoje eu percebo o quão importante foi cada momento, independente de quantas vezes eu já fiz este retiro, nunca foi por indecisões de minha vocação, mas sim porque a cada encontro Deus quis e quer falar algo novo que me leva mais perto Dele.

Vale a pena se abrir a Deus e a Suas vontades, vale a pena se quebrar como um vaso para que Deus modele novamente”.

Portanto, a vocação não se alicerça da noite para o dia, ela é construída respeitando nossos tempos de amadurecimento humano e à medida que avançamos na vida espiritual. Assim, quando chegar o momento o “sim” será pleno e livre.

E você, tem dúvidas vocacionais? Entre em contato e solicite um acompanhamento:

Telefone: +55 11 99586-7742

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