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São Pio de Pietrelcina

Homem de grande entrega a Deus, percebeu que a sua missão era aliviar o sofrimento do povo e recebe como confirmação os estigmas, a paixão do Cristo. Deus o queria para aliviar o sofrimento do Seu povo. Entregando-se inteiramente à confissão, buscava por este sacramento aliviar os sofrimentos atrozes do coração de seus fiéis e libertá-los das garras do demônio que era conhecido por ele como “barba azul”. Torturado, tentado e testado muitas vezes por este, sabia muito da sua astúcia no seu afã em desviar os filhos de Deus do caminho da fé.

Desde o início da Aliança de Misericórdia, Pe. Pio foi sempre presente com sua intercessão. Uma amiga da Itália, quando ficou sabendo dos trabalhos de evangelização e encontros de cura e libertação, em uma das idas dos padres Henrique e Antonello à Itália doou a eles algumas relíquias, pois sua família era muita íntima à família de Pe. Pio. Quando as relíquias chegaram à Casa Cenáculo e Pe. Antonello abriu a caixa, foi surpreendente o cheiro de perfume. Todos os que estavam na casa sentiram este cheiro forte e foram ao escritório para ver o que estava acontecendo; foi uma grande emoção sentir a confirmação que São Pio tinha assumido a Aliança de Misericórdia.

Quando Pe. Pio assumia algum filho espiritual, ele dava este sinal: cheiro de perfumes. Era um dos dons que ele possuía. Muitos que já estiveram nos encontros e missas já puderam tocar a relíquia e receber curas e libertações pela intercessão deste grande santo. Nestas experiências, percebemos como ele ainda hoje intercede para aliviar o sofrimento do povo, para que todos possam fazer a experiência da Misericórdia infinita que alivia qualquer dor.

Uma grande obra que ele deixou, foi um hospital em San Giovanni Rotondo, na Itália, que é a “Casa Alivio do Sofrimento”. Tudo em São Pio era para aliviar o sofrimento do povo. A Aliança de Misericórdia deseja também isto: aliviar o sofrimento de cada homem, levando a Misericórdia de Deus a cada homem que sofre, que se sente abandonado, que mora nos bolsões da miséria humana.

Santuário de San Giovani Rotondo
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Uma filha espiritual de Padre Pio conta o seguinte: “Durante a Segunda Guerra Mundial, meu sobrinho estava prisioneiro. Nós não tínhamos recebido notícias durante um ano e todo mundo acreditou que ele havia morrido. Os pais dele pensavam a mesma coisa. Um dia a mãe dele foi ao Padre Pio e se ajoelhou em frente ao frade que estava no confessionário e disse: “por favor, diga-me se meu filho está vivo, eu não vou embora se você não me falar”. Padre Pio simpatizou-se com ela e tendo piedade de suas lágrimas disse: Levante-se e fique tranquila. Alguns dias depois, eu não pude resistir diante da dor dos pais, e assim decidi pedir um milagre para Padre Pio. Eu disse: “padre, eu vou escrever uma carta a meu sobrinho Giovannino, eu só escreverei o nome dele no envelope por que nós não sabemos onde ele está, você e seu Anjo da Guarda levarão a carta até ele”. Padre Pio não respondeu nada. Eu escrevi a carta e pus em minha mesa de noite, para entregá-la na manhã seguinte ao Padre Pio. Ao amanhecer, para minha grande surpresa e medo, a carta não estava mais lá. Eu fui correndo até o Padre Pio para lhe agradecer e ele me disse: “Dê graças a Nossa Senhora”. Quase quinze dias depois nosso sobrinho respondeu a carta. Então, toda nossa família ficou contente, dando graças a Deus e ao Padre Pio”.

São Pio de Pietrelcina sempre foi um grande devoto de Nossa Senhora, em algumas situações urgentes e complicados ele sempre dizia: “Este, só Nossa Senhora”.

Muitos hoje na Aliança tem grande devoção a São Pio, tem ele como intercessor e “pai espiritual”, buscando nos seus escritos um caminho de santidade.

São Padre Pio, rogai por nós!!!

 

 

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