Mudança de sexo

“Você pode ser o que você quiser”: essa frase está muito na moda. Mas não se engane: enquanto o mundo diz que podemos moldar a nós mesmos de acordo com nossos desejos e pensamentos, Cristo diz que devemos renunciar a nós mesmos para segui-lo.

A ideia de que basta pensar e desejar para tornar algo real se expandiu para incluir a transformação de si em um homem ou uma mulher – o fenômeno do transexualismo.

Se um homem deseja ser mulher e diz que é mulher, então ele é mulher? Sim, de acordo com a surreal ideologia de gênero.

É uma nova versão do pecado de Adão e Eva: os homens acreditam na serpente, que garante que eles podem ser um deus. Pois só um deus pode tornar seus desejos realidade, bastando usar a força do pensamento!

Sobre isso, confira o vídeo abaixo, em que uma defensora da ideologia de gênero debate com Ben Shapiro, brilhante analista político americano.

O PROBLEMA

Pessoas que alegam ser transexuais, na verdade, sofrem de disforia de gênero, também chamada de transtorno de identidade de gênero.

Segundo a NHS Choices (entidade ligada ao governo do Reino Unido), estudos recentes sugerem que a disforia de gênero pode ter origem em um distúrbio biológico causado por desequilíbrios hormonais durante a gestação. Pode ser.

Entretanto, muitos especialistas garantem que traumas infanto-juvenis, o ambiente e as relações familiares são os principais fatores que levam a desenvolver disforia de gênero.

Num artigo chamado “A ideologia de gênero é danosa para as crianças” (Gender Ideology Harms Children), a associação americana de pediatras The American College of Pediatriciansexplica que não se deve permitir que as escolas e a mídia ensinem às crianças que a transexualidade é algo normal:

“A crença pessoal de que se é algo que na verdade não é, na melhor das hipóteses, é sinal de um pensamento confuso. Quando uma criança biologicamente masculina e saudável acredita que é uma menina, ou quando uma criança biologicamente feminina e saudável acredita que é um menino, há um problema psicológico objetivo que está na mente, não no corpo, e que deveria ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero”.

A instituição diz que encorajar crianças a tentar mudar de sexo por meio de medicamentos e cirurgias “é um abuso infantil”.

MUDAR DE SEXO

Muitos pensam que, após a chamada cirurgia de mudança de sexo, a pessoa operada realmente troca de sexo. Que viagem! Isso é o mesmo que pensar que, se um cirurgião implantar um chifre no meio da testa de um cavalo, ele se torna um unicórnio!

Quem diz que mudou de sexo, na verdade, só mudou de nome e de sexo no documento. No corpo, não virou uma pessoa do outro sexo.

A cirurgia da mudança do sexo é somente um procedimento estético. Quer a prova? Basta fazer um teste de DNA. Nenhuma quantidade de cirurgia, injeção de hormônio ou qualquer outra coisa pode alterar no DNA a informação sobre o sexo de nascimento. É algo imutável!

DECEPÇÃO E SUICÍDIO

Confirmar as pessoas com disforia de gênero na ilusão de que nasceram com o sexo errado não alivia a sua dor: só piora o problema. As taxas de suicídio entre pessoas que realizaram a cirurgia de “troca de sexo” são altíssimas!

“Ain, mas isso acontece por causa do preconceito da sociedade…”. Será?

Essa teoria cai por terra quando vemos vários casos de pessoas bem-sucedidas e festejadas pela sociedade após “mudarem de sexo”.

Podemos citar Mike Penner, que “virou” Christine Daniels, “escritora” do Los Angeles Times. Ele se suicidou em 2009, um ano após a tal cirurgia.

Também vale lembrar o caso de Nathan Verhelst, que se suicidou (via eutanásia) em 2013. Ela nasceu menina e tentou virar um homem, passando por diversas cirurgias.

Continuou infeliz depois do processo, apesar de viver na Bélgica, um país em que o transexualismo é visto como normal e saudável.

O CONSELHO DE UM CRISTÃO QUE FEZ CIRURGIA DE MUDANÇA DE SEXO

Walt Heyer é um cristão americano que, por muito tempo, achou que eram uma mulher presa em um corpo de homem.

Tudo começou aos quatro anos de idade, quando sua avó começou a vesti-lo de menina – exatamente o que as escolas e pais moderninhos estão fazendo com as crianças hoje, na Europa!

Heyer se tornou adulto, ficou rico, se casou, teve filhos. Mas a confusão com sua identidade sexual o levou a mergulhar na depressão, no álcool e nas drogas.

Ele pensou, então, que a salvação estaria em se divorciar e fazer a cirurgia de mudança de sexo. E foi o que ele fez, aos 42 anos.

Depois da operação, passado o período de euforia inicial, a decepção foi grande. Implantar seios, mudar a genitália e tomar hormônios femininos não o tinham transformado em uma mulher.

Desesperado, Heyer tentou suicídio. Mas um grupo de amigos cristãos protestantes o ajudou a se reencontrar a sua identidade e a paz.

Um psicólogo ajudou Heyer a entender a raiz de seu desejo de ser mulher – a origem estava em sua baixa auto-estima na infância.

Aos 50 anos, Heyer fez novamente uma cirurgia, dessa vez, para reverter a operação de mudança de sexo. Hoje, ele tem um site que fala sobre mudança de sexo (veja aqui).

Centenas de pessoas o procuram pedindo conselho, antes de se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo. Ele orienta cada um deles a rastrear, em alguma questão ligada à infância, a raiz de seu desejo de mudar o corpo.

Uma boa avaliação psicológica pode ajudar a economizar muito dinheiro e a evitar muitas mágoas!

Segundo fonte de Padre Paulo Ricardo

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